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Prefeitura de SP pode cobrar taxa maior será destinado as pessoas consome mais energia

A prefeitura almeja imposto progressivo, incentivando uma redução será destinado as pessoas U.S.A. menos e aumento será destinado as pessoas U.S.A. mais energia.

Projeto da prefeitura de São Paulo foi aprovado pela prefeitura em primeira votação e segue para segunda votação. Conforme o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a proposta visa impor uma cobrança à iluminação pública que tem crescimento progressivo.

Atualmente, a Prefeitura conta com a contribuição para o financiamento do Serviço de Iluminação Pública (Cosip), inaugurado na cidade de São Paulo em 2002. Custa em média R $ 9,66 para residências e R $ 30,47 para imóveis não residenciais. Estima-se aumento de 25,44% o que aumentaria bastante os valores pagos entre imóveis residenciais e comerciais.

A prefeitura pretende uma cobrança progressiva, incentivando uma redução será destinado as pessoas U.S.A. menos e aumento será destinado as pessoas U.S.A. mais energia. De acordo com o projeto do prefeito, as taxas variam de R $ 1 a R $ 570 para residências e R $ 2 a R $ 1.139,26 para imóveis não residenciais.

Como exemplo, o novo sistema de cobrança de iluminação pública funcionaria da seguinte forma:

  • Um consumo mensal substandard a 300 kW / h seria cobrado a R $ 8,72, e se esse consumo fosse mantido menor a tendência diminuiria até atingir apenas R $ 1,00.
  • Por outro lado, quem ultrapassar 300 kilometres / h teria acréscimo que pode chegar gradativamente até R $ 570,31.
  • O prefeito pretende implementar a cobrança de taxas a partir de 2022.

    Escrito por Bonfim Notícias

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