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parcelas do novo Bolsa Família podem ter reajuste automático

O Auxílio Brasil, nova versão do atual Bolsa Família, continua com algumas incertezas no Congresso. No entanto, o relator da medida provisória, suplente Marcelo Aro (PP-MG), já se manifestou e propôs modificações.

Segundo o relator, as definições de pobreza e extrema pobreza precisam ser ajustadas ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA. Com a nova proposta, os reajustes do benefício podem ser feitos automaticamente de acordo com a inflação oficial do país.

Também para Marcelo Aro, o texto não estabelece limites entre pobreza e pobreza extrema. Para ele, o texto deve fundamentar os valores e oferecer aos beneficiários uma correção natural.

Os ajustes atualmente estão sendo feitos por meio de medidas governamentais, ou seja, são definidos de acordo com o entendimento da equipe empresarial. O governo também está tentando limitar permanentemente os gastos públicos. As despesas devem ser reduzidas por meio de aumentos permanentes.

Definições de pobreza e pobreza extrema

Levando em consideração a lógica proposta pelo suplente, as definições dos valores para entrada no programa seriam alteradas automaticamente. Para ser considerada em situação de pobreza, a pessoa deve ter, atualmente, renda não superior a R $ 178,00.

Porém, com a variação acompanhando a inflação corrente, subiria para R $ 207,30. No caso da extrema pobreza, o valor passaria dos atuais R $ 89,01 para R $ 103,60 mensais.

O governo continua tentando definir os recursos para justificar o programa, mas com a promessa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de agilizar as discussões até meados de outubro.

Escrito por Bonfim Notícias

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