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Covid-19: Estudo diz que os brasileiros se sentem seguros com a vacinação

Pesquisa realizada a pedido da Pfizer Brasil e da Sociedade Brasileira de Vacinas (SBIm) constatou que a sensação de segurança criada pelo aumento da taxa de vacinação converse a Covid-19 atinge 75% dos 2.000 entrevistados. Outros 20% disseram se sentir inseguros, enquanto 86% disseram ter mais ou menos medo de uma nova onda de doenças.

As perguntas fazem parte do “Vacina. Leve para voltar ”e foi respondido by means of net por pessoas com 16 anos ou mais, nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, entre 19 e 29 de outubro de 2021.

Uma campanha com o mesmo nome também acontecerá na mostra Bandeira da Retomada, criada pelo artista paulista Didu Losso a pedido da Pfizer, para simbolizar a esperança e o otimismo que o progresso da vacinação no Brasil desperta. A ideia é enfatizar o papel essential das máscaras no combate à pandemia e lembrar que elas ainda precisam ser usadas. O banner ficará exposto entre os dias 12 e 18 de novembro, na entrada do Shopping 3, na Avenida Paulista.

De acordo com o resultado do questionário desenvolvido para entender as expectativas e o aprendizado dos brasileiros sobre o cenário pós-pandemia, as sensações causadas pela expansão da vacinação no país impactam positivamente: a esperança em primeiro lugar com 29%; o otimismo com 24%. e alívio de 16%. Essas três emoções sozinhas somam 69%.

Os dados também mostram que há grande expectativa de retomada nos próximos meses. Dentre as atividades, os respondentes pretendem salvar, em primeiro lugar, com 40% das respostas, a possibilidade de encontros mais frequentes com a família e / ou amigos e a vontade de assistir a espaços internos, como purchasings, movie theaters, teatros , restaurantes. , academic community e igrejas.

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Depois, a uma taxa de 35%, observe os espaços abertos como parques, praças, praias. Ele viajou com 32% e foi a eventos movimentados como programs, festas e estádios com 23%, enquanto 18% relataram aulas particulares e 16% no trabalho presencial. 15% ainda afirmam que voltaram à execução typical de todas as atividades.

“Esses elementos positivos revelam o reconhecimento pela população da contribuição da ciência para a saúde em geral. Graças às novas vacinas converse a Covid-19, vidas são salvas e podemos gradualmente retornar à nossa rotina. Mas vale lembrar que a pandemia ainda não acabou. Portanto, é extremamente importante que as medidas de precaução sejam mantidas “, disse Júlia Spinardi, líder médica da Vacina Pfizer Brasil.

A pesquisa mostrou que, para 64% dos internautas, a população está mais atenta aos hábitos de saúde e higiene para prevenir doenças após uma pandemia. Dentre os hábitos adquiridos, os que têm maior probabilidade de se manter após o fim da pandemia são o uso de gel alcoólico (58%). lave as mãos constantemente ou quando chegar a algum lugar (55%). uso de máscara, ainda que ocasionalmente (40%) e distância social, para evitar superlotação e contato físico desnecessário (31%).

“Com o tempo, muitos hábitos vão se afrouxando e até mesmo sendo abandonados, como distanciar-se e lavar as mãos com frequência. Talvez a maior lição que resta seja as pessoas com sintomas de gripe se preocuparem mais com os outros, usando máscaras em ambientes fechados ou no transporte público. “A consciência dos riscos para os grupos mais vulneráveis ​​também deve trazer mudanças de comportamento”, disse o especialista em doenças infecciosas e diretor do SBIm, Renato Kfouris.

Pelo menos 72% dos entrevistados disseram que notícias falsas estavam bloqueando a vacinação. 49% disseram que não compartilham conteúdo sobre o assunto quando não têm certeza se é verdade ou mesmo quando sabem que é verdade. Já 46% afirmam compartilhar, mas só depois de confirmar a verdade em jornais, websites ou com médicos e profissionais de saúde, enquanto apenas 2% afirmam compartilhar mesmo sem saber se é verdade.

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Quando questionados sobre as principais fontes nas quais costumam buscar informações sobre vacinação, 60% responderam junto a órgãos oficiais (como Ministério da Saúde, Secretarias de Saúde, Anvisa e Organização Mundial da Saúde, empresas médicas ou científicas). 53% com profissionais de saúde (médicos e enfermeiras) e 36% com meios de comunicação (rádio, televisão, revista, jornal e net).

EBC

Escrito por Bonfim Notícias

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