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#BBB21: Produtores do Huge Bro Brasil são acusados de assediar estudante de odontologia.

A estudante de odontologia, mineira, Aline Vargas, de 35 após de idade, denunciou 2 produtores do fact program Huge Bro Brasil por assédio sex-related, apesar dos nomes não terem sido revelados segundo informações deles é influente dentro da rede Globo e seria dos responsáveis pelo processo seletivo do programa.

Tudo teria começado em maio de 2020, Aline fez sua inscrição para tentar participar da edição 21 do programa, a mineira então teria sido selecionada para as próximas etapas porém não conseguiu entrar no programa, 3 meses depois, em janeiro de 2021 para a surpresa de Aline ela foi procurada por um produtor do programa em uma rede social, o produtor teria mandando a seguinte mensagem “extremely curti, glamurosa”.

De início Aline afirma não ter desconfiado de nada, para ela o suposto produtor estava fazendo o papel de olheiro, Aline também contou que o produtor teria dito que iria acompanhá-la para entrar no BBB22.

A moça afirmou que na hora ficou em estado de choque e no momento do pedido da foto íntima estava ao lado do seu marido, Aline então negou o envio da foto e recebeu a seguinte resposta.

Você tem poucas opportunities. Você é casada, não é perfil que agrada. Porém, tudo é possível, boa sorte!”, respondeu o produtor
Aline afirmou que essa não foi a única vez que algo assim teria acontecido, outro produtor e ex-diretor do programa também tiveram a mesma conduta com a moça. Segundo a estudante o ex-diretor teria dito que isso é comum e que existiria para algumas mulheres uma troca de favores sexuais.

Para finalizar Aline fez apelo, “mulheres, denunciem se vocês também foram assediadas verbalmente, pela Net ou pessoalmente, não se calem”.
Em nota para a Jovem Frying pan a Rede Globo afirmou que o funcionário acusado já não trabalha mais na emissora e que relatos semelhantes são analisados de forma criteriosa
“O colaborador em questão não está mais na empresa.

Aproveitamos para reiterar que temos um Código de Ética, que deve ser seguido por todos nossos colaboradores, e uma ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação ao Código. Todo relato é apurado criteriosamente assim que a empresa toma conhecimento e as medidas necessárias são adotadas”, afirmou a Rede Globo em nota.

O caso segue sendo investigado pela polícia de Minas Gerais e o inquérito está em andamento na delegacia especializada na investigação de casos de violência sex-related em Belo Horizonte.

Escrito por Larissa Caxias

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