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ANS cria departamento técnico para apurar o comportamento do Prevent Senior

A Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) aprovou hoje (13) a introdução de routine técnico specific para a operadora Prevenir Sênior, acusando-a de obrigar os profissionais a prescreverem medicamentos ineficazes para o tratamento da covid-19 sem o conhecimento dos pacientes. A medida pressupõe que agente fará o acompanhamento loco dos processos da empresa para identificar ações que coloquem em risco a continuidade e a qualidade do atendimento prestado aos usuários do projeto.

Em nota, a ANS informa que a decisão foi tomada em reunião do conselho coletivo. O comunicado também reiterou que a empresa tinha conhecimento de denúncias converse a Prevent Senior por meio da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigava irregularidades relacionadas à gestão da pandemia Covid-19. “É importante esclarecer que não se trata de uma intervenção, visto que a ANS não intervém na gestão da operadora, mas sim monitorando com análise constante das informações e estabelecendo metas que a operadora deve atingir”, acrescenta o texto.

Em dossiê submetido ao CPI e depoimentos, médicos da operadora relataram que medicamentos covid-19 ineficazes, como ivermectina e hidroxicloroquina, eram administrados sem contato com os pacientes. Eles também disseram que os estudos foram realizados sem as devidas autorizações, que houve alterações em registros médicos e atestados de óbito e que os profissionais foram instruídos a trabalhar mesmo se estivessem infectados. Também foi iniciada uma investigação no Departamento de Estado de São Paulo.

Ao depor na semana passada, o presidente da ANS, Paulo Roberto Rebello Filho, já havia informado que a agência desconhecia as denúncias. Os problemas relatados não apareceram no acompanhamento. “A ANS regula as operadoras de planos de saúde e não atua dentro dos hospitais. Essa atividade é realizada por outros órgãos envolvidos na área de saúde, como os serviços de vigilância sanitária e os conselhos médicos federais e regionais”, disse a agência.

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A ANS também afirma que atua no estabelecimento de procedimentos e manifestações de saúde que devem ser obrigatórias para os beneficiários de planos de saúde regulamentados, mas não é uma de suas atribuições legais permitir ou proibir procedimentos médicos experimentais.

“Não existe uma norma no âmbito da saúde suplementar que impeça a operadora de entregar os medicamentos do chamado kit covid aos seus beneficiários, conforme recomendações do Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina e / ou Vigilância Sanitária Nacional Serviço. “Essa proibição só aconteceria se houvesse uma decisão do Ministério da Saúde, do Conselho Federal de Medicina e / ou do Serviço Nacional de Vigilância Sanitária de proibir o uso experimental desses medicamentos e sua prescrição para esse fim”, afirma a nota.

De acordo com a agência, já foram lavrados dois vehicles de infração para a Prevent Senior: por falta de comunicação com os beneficiários quanto ao uso de drogas e outro por restrição de atividade da prestadora de serviço. “Toda a informação recolhida é analisada para que a organização tenha os subsídios necessários para adoptar as medidas cabíveis. Também, a este respeito, uma palavra de garantia aos cerca de 540.000 beneficiários do Prevent Senior, quanto à continuidade e garantia da prestação do contratou serviços complementares de saúde ”, finaliza a ANS.

A Agência Brasil tentou contato com o Prevent Senior, mas não obteve retorno.

EBC

Escrito por Bonfim Notícias

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