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Agência Brasil explica uso de diferentes vacinas converse covid-19

Algumas cidades e estados começaram recentemente a aplicar vacinas Covid-19 de diferentes marcas na segunda dosage, que é tecnicamente chamada de “intercambiabilidade”. As medidas geraram dispute sobre a segurança, eficácia e validade das estratégias. A Agência Brasil consultou autoridades e especialistas em saúde para realizar avaliações, discutir estudos e fornecer orientações.

O Departamento de Saúde recomenda que as vacinas Covid-19 sejam administradas alternadamente apenas a mulheres grávidas que tomaram Oxford / AstraZeneca na primeira dosage e precisam completar o esquema de imunização.

Diante do caso de uma gestante carioca que faleceu após ser vacinada com esse imunizante, o ministério suspendeu a recomendação de uso da marca para esse público e para mulheres nascidas. “Além disso, em casos excepcionais, como o caso em que não é possível administrar a segunda dose com o mesmo agente imunológico do fabricante, seja por contra-indicações específicas ou pela ausência do agente imunológico no país”, afirmou. o ministério disse. respondeu, em nota à Agência Brasil.

O governo de São Paulo, dos que utilizou a segunda parcela da Pfizer / BioNTech será destinado as pessoas recebeu a primeira parcela da Oxford / AstraZeneca, afirmou em nota no dia 10 de setembro que a medida age emergencial. natureza. Ele acrescentou que isso se deve à falta de parcelas da Oxford / AstraZeneca e que a medida já foi aprovada pelo Comitê Científico do Governo do Estado.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que trabalha com o consórcio Oxford / AstraZeneca para desenvolver vacinas contra a Covid-19 no Brasil, recomenda a intercambialidade apenas “em caso de emergência”.

De acordo com a fundação, não há dados sobre a duração da resposta imune com dois imunossupressores diferentes. Em relação à demora na tomada da segunda dosage, a fundação diz que estudo da Universidade de Oxford, publicado no The Lancet, mostrou que a primeira dosage seria 80% eficaz por até dez meses, com a segunda dosage estendendo essa dosage. proteção quando fornecida.

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OMS e empresas médicas

de acordo com a pediatra e diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações – e que participa dos grupos de trabalho para imunizar o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro – Flávia Bravo, a Organização Mundial da Saúde e as empresas médicas estão reconhecendo essa possibilidade. Restrições de disponibilidade de dosage.

UMA Documento da OMS, lançado em agosto deste ano, sobre intercambialidade, lembra que a orientação geral é repetir as marcas na primeira e na segunda parcelas, mas que cabe aos governos avaliar as estratégias mais adequadas.

No texto, a equipe de especialistas (Sage) afirma que em cenário de dificuldade no fornecimento de vacinas e diante do desafio de ampliar a imunidade da população, as autoridades sanitárias podem avaliar a implantação da intercambialidade.

O texto da OMS menciona estudo de dois Pesquisadores de oxford, publicado em junho deste ano, que encontrou resposta imune positiva na combinação Oxford / AstraZeneca na primeira dosage e Pfizer na segunda.

Para Flávia Bravo, esses dados sugerem que a tática pode ser considerada. “A posição atual no mundo científico, que deve ser levada em consideração pelos países, sim. Claro, mais dados virão, o que vem constantemente. O que até agora já permitimos essa avaliação. Mas se eu faço com mulheres grávidas, por que não faço com o resto da população? Ele pergunta, referindo-se à recomendação do Ministério da Saúde.

EBC

Escrito por Bonfim Notícias

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